Willow

Willow

Sensação de que a vida é injusta

Na Europa crescem umas 200 espécies diferentes de Salgueiros, mas em todas elas as flores masculinas e femininas desenvolvem-se em árvores distintas. A variedade que se utiliza para esta flor de Bach, reconhece-se facilmente porque durante o Inverso os seus ramos têm uma brilhando cor dourada. Como todos os Salgueiros, cresce em lugares muito húmidos. A flor do Salgueiro relaciona-se com as qualidades anímicas da própria responsabilidade e a mentalidade construtiva. Pertence ao grupo do DESESPERO e o Dr. Bach encontrou nela o remédio «para aqueles que sofreram adversidades ou infortúnios e não os podem aceitar sem queixas nem ressentimentos já que julgam a vida de acordo com os êxitos que ela traz. Pensam que não merecem passar por uma prova tão grande; que a vida tem sido demasiado injusta com eles e tornam-se amargurados. Cedo perdem o interesse e tornam-se menos activos naquelas coisas da vida em que antes desfrutavam».

“Enfadados com o mundo”. A vida é injusta.

As pessoas que sofrem um estado Willow negativo, costumam estar ressentidas com o seu próprio destino, já que consideram que a vida os tem tratados muito injustamente e que mereciam algo melhor. Não aceitam que os outros possam estar a viver alegremente e despreocupados e passam os dias ruminando o seu mau-humor sem se preocupar demasiado em oculta-lo dos demais. Não é de estranhar que com o tempo e devido ao clima de negatividade que os rodeia, estas pessoas tenham fama de amargurados, derrotistas e desmancha-prazeres.

O estado Willow negativo costuma apresentar-se com maior frequência em pessoas que já superaram a metade da sua vida e que reconhecem, inconscientemente, não albergar demasiadas ilusões e esperanças. Não obstante, pode apresentar-se em qualquer idade, crónica ou passageiramente.

Arquitectos do seu próprio destino

A flor do salgueiro ajuda estas pessoas a tolerar as adversidades e a avaliar a sua própria participação nelas em vez de colocar a culpa dos seus próprios fracassos aos demais. Também ajuda a assumir responsabilidades na criação do próprio destino, aceitando que existem vínculos entre a sua forma de pensar e actuar e o que acontece. Passaram de sentir-se “vítimas” do seu destino a construtores do seu futuro, adoptando uma atitude basicamente positiva ante a vida, ante si mesmo e ante os demais.

© Carmen Morales

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