Honyesuckle

“Qualquer tempo passado foi melhor”

Esta trepadeira vigorosa e aromática cresce nos bosques, nos limites e nos prados. As pétalas das flores, vermelhas por fora e brancas por dentro, adoptam a cor amarela na época da fecundação. Floresce entre Julho e Agosto.
O desequilíbrio desta essência provem de uma falta de adaptação ao passar do tempo. As pessoas que necessitam tomar este remédio vivem uma constante nostalgia pelo tempo que passou, não vivem no presente. Pode-se dizer que o seu corpo físico está aqui agora, mas a sua mente e emoções ficaram ancoradas em algum recanto do passado, imediato ou não.
 
Também é próprio do estado Honeysuckle lamentar-se das oportunidades perdidas e das esperanças fracassadas. Em certo modo, o estado Honeysuckle é compreensível e em certa medida normal nos idosos já que, no seu interior, estão a fazer um balanço sobre a sua vida; É portanto lógico que se afastem em espírito do presente para se refugiarem na recordação de épocas passadas. Nas crianças que sentem nostalgia do seu lar (por exemplo, quando as crianças vão pela primeira vez ao colégio e não podem desprender-se dos seus pais), do seu local de férias ou quando mudam de escola e sentem saudades da anterior, este remédio é muito eficaz.

Uma olhadela no passado com os pés bem assentes no presente

Honeysuckle ajuda a ser mais flexível na hora de realizar mudanças. Permite estabelecer vínculos e recordar o passado na sua justa medida sem que ele impeça viver plenamente o presente. Em equilíbrio, esta essência proporciona a capacidade para aproximar o passado até ao presente, característica muito comum em escritores, historiadores, arqueólogos, psicanalistas, etc.

O Dr. Bach indicou-a «para quem vive absorvido pelo passado, que quem sabe foi uma época de grande felicidade. Ou nas recordações de um amigo perdido, ou em ambições que não se tornaram realidade. E não esperam maior felicidade que a que experimentaram», pertence ao grupo da INDIFERENÇA PERANTE O PRESENTE e está relacionado com a capacidade de transformar-se.

© Carmen Morales

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